No meio do caminho desta confusão, eu fui para Espanha. Essa viagem foi um desastre completo, do inicio ao fim, em todos os sentidos. Uma decisão foi tomada em definitiva: só volto a viver naquela cidade se me pagam - e bem - para isso. Se não, nem pensar, never more dijeitoninhummmmmmmmmmm
Voltei para Londres e senti alívio - quem diria! Mas logo depois começou o problema com a casa e a paz tão desejada ficou um pouquinho para depois. Sinto-me horrível nesses momentos, mas isso me faz mais forte. Preciso acreditar nisso!
Muito estresse, os hormônios enlouquecidos, uma saudade fudida (é o meu blog e me permito) e a cabeça rodando mais que um peão.
Acho que finalmente estou entrando na caverna em que me propus, na marra, por insistência e/ou persistência. Nada de culpa, remordimentos, crises de ansiedade, tempestades de dúvidas e expectativas maníacas e coisas do gênero. Basta!
Eu sou estudante de inglês e garçonete em uma temporada em Londres. O deus tempo já se encarregará do que virá.
Desculpem-me o texto atravessado. Mas é que a cada fase difícil penso demasiado em vocês e na vida que deixei para trás. Tenho medo de não ter feito a coisa certa, de como será quando eu voltar, de não responder as expectativas e de perdê-los. Sinto culpa por não estar presente, por não ligar, por não escrever, por não saber e não cuidar. Sinto falta, muita falta. Sinto-me só.
E já não quero mais sentir nada disso. Desejo imensamente me sentir feliz e plena sozinha e viver só o momento presente. Só.
Mas amo muito e tenho muito mais amor ainda que dar, qualquer dia desses, em um futuro próximo e incerto.